quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Aos Amores da Minha Vida



Quando eu quis tocar,
Vocês não me apoiaram.
Quando eu esbocei,
Vocês não me compreenderam.
Quando eu sorria;
Chorava.

Vocês que me guiaram por algum caminho,
Me levaram até a esse precipício!
Será que devo Saltar?
Ou apenas esperar ver os passarinhos passar?
Será que devo - ao menos - esperar que me levem de volta?

De volta pela estrada da infância
Onde a ignorância não me procurava,
Onde os meus sorrisos eram de inocência
E a minha inocência imortal.

Me levem de volta ao mar,
Cujas areias brancas ainda
Possuem as marcas dos passos meus
Que deixei por lá.

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