Licença Poética
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Ah, Mandrágora!
Grite com força aos ventos,
Grite o meu nome ao relento
Da Mãe Sombria do Demo.
Deixe-a com fome,
Deixe-a com medo,
Deixe-a abandonada.
Apodreça teu ventre,
Envenene-a!
Faça com ela, o que ela fez comigo.
Deixe-a sem abrigo.
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