I love Joy Division
sábado, 6 de novembro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Aos Amores da Minha Vida

Quando eu quis tocar,
Vocês não me apoiaram.
Quando eu esbocei,
Vocês não me compreenderam.
Quando eu sorria;
Chorava.
Vocês que me guiaram por algum caminho,
Me levaram até a esse precipício!
Será que devo Saltar?
Ou apenas esperar ver os passarinhos passar?
Será que devo - ao menos - esperar que me levem de volta?
De volta pela estrada da infância
Onde a ignorância não me procurava,
Onde os meus sorrisos eram de inocência
E a minha inocência imortal.
Me levem de volta ao mar,
Cujas areias brancas ainda
Possuem as marcas dos passos meus
Que deixei por lá.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Biografia 2.
Cansei
sábado, 7 de agosto de 2010
Andrógina
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Saia justa e curta.
Pernas dançando pelas ruas.
Umbiguinho de fora.
Decote à mostra.
Musa da propaganda nacional!
E o sutiã queimado?
Deixou em casa?
DEVE TER JOGADO FORA!
Ela desce, sobe,
Rebola, me joga fora.
Esperneia, grita, me bate e me troca.
Aí meu deus, essa mulherada me mata, me mata!
Não quer mais saber de cozinhar.
E nem quer mais futricar.
Muito menos lutar.
Não se entrega e nem me entrega,
Não sei o que ela quer!
Só desce e sobe
Rebola e me joga fora
Esperneia, grita, me bate e me troca
Aí meu deus, essa mulherada me mata, me mata!
Meu primeiro samba
Bruna nunes de Souza
domingo, 1 de agosto de 2010
Título feito pra filmes "Sessão da Tarde"...
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...Produzidos por qualquer indústria inepta "Holywoodiana".
"Foi aos doze anos de existência que percebi a verdade dolorida do mundo através de músicos como Ian Curtis e Iggy Pop. Rompi de maneira cruel qualquer utopia, que quando criança, se constrói para a vida; desconfigurei a educação superficialmente militar que recebi; rasguei minhas roupas; picotei meu cabelo; tingi-o de verde; e comprei a minha primeira guitarra.
Sair pelas ruas de cabelo verde é arrastar olhares para a sua simples pessoa. Delinquente foi no que me transformei para tia Eunice, rebelde para a maioria simplesmente por querer pertencer a outra década, a que nunca deveria ter morrido. Falavam, com total certeza, que meu comportamento tornou-se algo insuportável, e meu ego do tamanho de Júpiter. Que meus ideais estariam ultrapassados e que meu gosto musical, morto e enterrado.
Me criticaram, não me aceitaram. Como se as palavras dos "certos" afetassem meu ego gigantesco, ou como se eu simplesmente desse ouvido por uma corja de fúteis jovens do século vinte e um.
Porém, em 2004, havia "enês" motivos para ser rebelde, um verdadeiro rebelde com causas, e que causas! Tanto natural, quanto artístico e principalmente político! Mas algum retardado resolveu criar a "revolta pacífica" e então fui vista como a errada da história. Mas não era a única.
Fazer a diferença é o que todo bom jovem quer para a sua juventude, é como crescer como pessoa, entretanto é preciso saber se rebelar e ter reais motivos para isso.
Fui a rebelião em pessoa, como se a década de 70 estivesse voltado a tona, como se Andy Warhol estivesse mais vivo do que nunca, como se David Bowie estivesse jovem, e The Ramone nas rádios, e Cherry Bomb na boca de toda garota, como se tudo isso estivesse misturado com os ideais de Oswald de Andrade, Chico Buarque e a Tropicalia, como se os jovens radicais contra o militarismo estivessem dentro de mim."
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