domingo, 26 de junho de 2011

Um dia qualquer


Qualquer dia irei voltar, meu amigo.
Nesse dia correrei para teus braços, sentirei teu cheiro familiar, e tudo estará bem.
Estarei em casa.
Andaremos pelas ruas silenciosas, sob o céu cinza do inverno, acolhidos no calor humano, na compaixão da essência da vida. O vento suave e gelado levando nossos cabelos para dançar, meu coração preenchido com o som da sua voz, e acolhido pelo calor do toque da sua mão na minha. Iremos para casa; cada canto representa cada um de nós, cada objeto relembrando nossos momentos - pura nostalgia - vejo que nada mudou, nem a cor da parede, nem as fotos que enfeitam - ainda ouço aquela velha risada - é como se tivesse sido ontem. É como se pudesse ter sido hoje. Sinto tanto a sua falta.


Aos meus velhos amigos

Bruna Nunes de Souza

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