
Qualquer dia irei voltar, meu amigo.


Um passarinho pousou em minha janela.
olhou-me curiosamente por um bom tempo
em seu ritmo acelerado de ver as coisas.
Assobiou um assobio de alerta, ele queria dizer-me algo,
e na língua da Mãe-natureza pôs-se a cantar:
- Corra para longe, guria!
Corra para ver o mar antes de acabar.
Corra para ver as colinas,
Corra para qualquer lugar!
Corra antes que seja tarde,
Antes que a felicidade acabe
E eu não volte a cantar!